Só potência no Borel

Ativismo digital
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Tecendo as redes do Batan
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No último sábado, o Estúdio de Criação foi sobre cultura digital e estudos de caso. Tivemos um sábado bastante proveitoso com grande frequência, apesar de dois grupos terem faltado. Falamos sobre cultura digital, tutoriais, e apresentamos os Cards da Agência de Redes para Juventude, que ajudam a sistematizar a pesquisa dos jovens. Exibimos alguns vídeos e conversamos muito sobre os projetos.

Ao falarmos de cultural digital foi entregue aos jovens um tutorial que possui informações como “o que é cultura digital?”, os dez “mandamentos” necessários para fazer ativismo na internet e a importância dos softwares livres.

O que é Cultura Digital?

Importante na criação, distribuição e divulgação de informações, nos dias de hoje  é possível compartilhar experiências e participar da construção do conhecimento através da internet. Isso possibilita a interatividade, a interferência e a colaboração, gerando uma nova forma de comunicação e aprendizado. A cultura digital modifica trajetórias e formata a memória social contemporânea.

Entre os dez “mandamentos” para se fazer ativismo na internet estão:

1 – Pular todos os anúncios do Youtube

2 – Ir além da primeira página do Google

3 – Fazer upload e não só download

4 – Copiar e colar reoperando

Software livre se refere à liberdade dos usuários executarem, copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem o software.

Também foi criado para cada projeto um grupo no facebook, para que eles possam se organizar e compartilhar links entre si.

Destaques:

O grupo Design Favela – Editorial Favela – está muito empolgado. A ideia de um editorial de moda da favela foi muito bem aceita.
Eles receberam algumas missões como destrinchar a revista Capricho e suas colunas, comparando com outras revistas de moda, para definirmos o que tem de aparecer em uma revista sobre moda da favela. Os jovens que fazem parte desse projeto são: Anna Paula Bloch, Kelly Cristina , Leandro Santtos, Leander Andrade e Nayara Nogueira.

Jovens do projeto Design Model Favela

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O grupo Arte Visual em Foco – Grafite – formado pelos jovens: Fredy Castilho, Kauã Gonçalves, Leandro Ferreira, Leonardo Nunes e Márcio Sheeik  está bem entusiasmado. No grupo há um líder nato, Fredy Castilho, que faz redes e mostra expectativas de ganhar os 10 mil. Foram levantadas questões sobre como abordar os moradores e como estruturar melhor o projeto para que não ficar só no curso de grafite. Os estudo de caso utilizados foram Raízes em movimento – Alemão, e Gêmeos.

Jovens do Projeto Arte Visual em Foco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Som do morro: os meninos estão bastante entusiasmados com o projeto. Ficaram contentes em saber que a ideia foi elogiada. Foram mostrados alguns vídeos e era visível o foco do grupo. Há a necessidade de desenvolver mais o projeto. O estudo de caso foi sobre a Orquestra da favela de Heliópolis, e a Orquestra Viva Rio.

Mediadoras e jovens do projeto Som no Morro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Curso de Audio-visual: este projeto já foi mudado algumas vezes, mas parece que neste estúdio conseguiu um bom caminho.

Carlos Eduardo é o jovem que está no projeto sozinho e que pretende fazer um curso de audiovisual para jovens de favela. Em conversa com ele foi acertado a seguinte forma: o projeto será Imagem Periférica – curso de audiovisual para jovens potentes da periferia. Ao fim de cada curso serão desenvolvidos documentários que abordem temas ligados à favela, periferia e juventude. O tema do primeiro ciclo do curso será “Lembranças da favela: a construção da memória nos morros cariocas”.

Carlos Eduardo jovem bolsista da Agência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eventos na comunidade: a ideia de fazer uma casa de eventos, casa de show ou salão foi bem recebida. Um grupo com muita energia que precisa de foco para poder disparar sua potência. Citado como estudo de caso: o projeto Santa Marta Tour.

A jovem bolsista Assucena Vieira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os jovens do Borel estão entrando cada vez mais no ritmo. A vontade de realização das ideias é grande. O Borel promete que assim ele  vai “quebrar a banca.”

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