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REENCONTROS

A história da Agência de Redes Para Juventude começa em Santa Cruz. Então, foi lá que passamos o sábado, dia 20 de agosto, para trocar uma ideia com os jovens que experimentaram a metodologia. O papo serviu pra colocar a conversa em dia e para analisar o processo de criação de projetos. Bolsista e ex-bolsistas, que tiveram ou não projetos aprovados pela banca da Agê,

Os encontros aconteceram nas localidades Santa Veridiana – em que a Agência atua desde 2014 – e João XXIII, em que a primeira experiência aconteceu no ciclo de 2015.

Novas ideias negras

Jhennifer Almeida, 17 anos, lançou batom vermelho, ostentou o back e levou consigo mais seis pessoas, dentre eles o namorado e a irmã, para conhecer a Agência. Ela participou do Ciclo 2015 e junto com Monique Crioula – também presente no encontro – pensaram um projeto sobre empoderamento da mulher negra. E a experiência de montar essa iniciativa gerou novos processos em sua vida.

“Foi no projeto da gente que, pô, vi que meu cabelo daria pra fazer um black. Então, tirei a trança falei assim: se a Agência voltar, eu já vou tá com black pro projeto da gente ficar bonito”, conta Jhennifer, sobre os processos de se tornar mulher negra.

Na foto, ela e Ana Paula Lisboa, coordenadora de metodologia da Agência, trocam uma ideia sobre música. Ana também é DJ. E uma das tias de Jhennifer, referência para a jovem, é rapper.

De carteira assinada e tudo

Katlen Luiza, de 19 anos, integrante do Projeto Orchestra, agora também faz parte da administração da Biblioteca Popular do Guandu Fernando Sabino. O espaço funciona na Lona Cultural Sandra de Sá, parceira da Agência, que abrigou as atividades do Ciclo 2015.

Responsável pela programação de atividades do espaço, Katlen – que além do projeto, também vende trufas e batons – está animada com essa nova empreitada.

“Foi tudo muito rápido. Só tô na biblioteca por conta da Agência que abriu minha mente, porque eu não sabia nada sobre metodologia, empreendedorismo, e foi lá que nasceu. Eu tava precisando trabalhar, ainda mais nessa área, na área da cultura. Aí surgiu isso e estou implementando outros projetos lá dentro. A gente não quer fazer da biblioteca só um espaço, a gente quer atividades ali”, declara a jovem.

Essa experiência só tá dando corda para seus desejos de construir a vida e impactar o território!

Teoria das Cordas

Kaique Santos e Romulo Vigatto e participaram da Agência de Redes Para Juventude no Ciclo 2015. O primeiro desenvolveu o Cultura Herança Street (CHS); já Romulo, não teve seu projeto aprovado pela banca. Já Myllena Silva, participou da Agência em 2014 e criou o projeto Customynação.

Rômulo, Kaíque e Myllena trocam ideia sobre suas experiências da Agência e outros assuntos, como o dia a dia da escola e descobertas astrofísicas

Essas diferentes experiências culminaram num papo desenrolado na porta da CEB Santa Veridiana. Os assuntos foram desde aspirações profissionais, passando pela antecipada saudade das férias escolares chegando até teorias físicas – uma das áreas de interesse de Romulo.

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