Reciclart lança a marca #Mona

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Yasmin Mendes e Cintia Marzano do projeto Reci Clart, desenvolvido na Agência de Redes Para Juventude, lançaram a marca de bolsas #Mona, neste último sábado (09.03). A grife de bolsas sustentáveis abordam a questão da diversidade sexual e dos direitos da população LGBT (Lésbicas, Gays,Bissexuais, Travestir e Transsexuais). Elas serão feitas de materias recicláveis e customizadas por costureiras.

Um dos diferenciais são as frases que estamparão essas bolsas. As frases serão reunidas através de uma enquete com o público LGBT, e será uma forma de discutir e minimizar o preconceito e discriminação.

Reciclart reuni-se com Claudio Nascimento, da Rio sem Homofobia

As jovens do Reciclart, reuniram-se com Claudio Nascimento Silva , superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos, coordenador do Programa Estadual Rio Sem Homofobia e sua assessora, Denise Taynáh. O encontro foi produtivo. Cláudio se propôs a construir junto e acompanhar a iniciativa do projeto. A reunião gerou novas ideias, uma delas, o nome da marca “#Mona”. Neste encontro o projeto ganhou um guarda-sol produzido na campanha ‘Respeito’, que teve como slogan “Um lugar tão maravilhoso como o Rio não combina com a homofobia” e legitima a garantia de direitos a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

A REINAUGURAÇÃO DO PROJETO

Convidados

A reinauguração do Reciclart aconteceu  no Brizolão, na Rua Sá Ferreira, Cantagalo. Reuniu dezenas de pessoas, entre elas representantes da UPP, Fabíola Nascimento, gestora da UPP Social, Key Tetra, coordenador do CRJ,  a assistente social Mônica Isabel e a psicóloga  Elisângela dos Santos. Participaram também integrantes do Favela mais Limpa, Bateria do mestre Dá, Mayara Moura, do projeto Dropando na Comunidade entre outros.

“É inovadora a questão ambiental abordada pelo projeto, vejo como desafio  essa nova proposta que evolve questões de gênero” diz Fabíola Nascimento, da UPP Social, que acompanha o Reciclart desde a primeira fase.

“O projeto é bonito, tá crescendo e não pode parar” diz Leandro Neves, do Favela mais Limpa.

“Acho importante a iniciativa de discutir o respeito e a integração da comunidade LGBT”, diz o soldado Sergio Lessa, do GAP-UPP.  

As meninas que participarão do Reci Clart no curso de confeccção de bolsas.

Durante o evento também foram apresentadas as meninas que participarão do curso de capacitação para a confecções das bolsas. Elas tem idade entre 12 a 16 anos e já demonstram empolgação em participar do projeto.

“Acho a ideia boa e espero aprender a fazer as bolsas e os assessórios propostos pelo Reci Clart”, diz a tímida Bianca Marques, de 14 anos.

“Eu espero desenvolver habilidades de reciclagem, e lidar com as diferenças, com as escolhas das pessoas e dizer não ao preconceito” relatou Karen Ferreira, 13 anos, integrante curso. 

No evento também foram distribuídos preservativos e informativos de prevenção à doenças. E o dia terminou com uma bela apresentação da Bateria do Mestre Dá.
 

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