Que tal reunir tudo?

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Durante as seis semanas de ciclo #AgênciaSantaCruz, mais de 100 jovens desenharam ideias para apresentar na banca. Após essa apresentação, Veridiana teve o Chega Junto e o Hippaz como contemplados para a próxima fase, a Desencubadora de Ideias da Agência de Redes para a Juventude. Um mês de semanas e sábados intensos com reuniões densas de trabalho, planilhas, planejamentos  e sobretudo, novos aprendizados diante da elaboração mais detalhada dos projetos.

Toda fase, um aprendizado

Em dinâmicas de game, os jogadores assimilam novos aprendizados para ultrapassar uma fase. Isso é fundamental. De fase em fase a agregação de conhecimentos aconteceu entre os jovens da Desencubadora. “A questão burocrática, prestar contas e abrir conta no banco, lidar com dinheiro foi uma coisa nova. A gente aprendeu melhor a prestar contas. Por exemplo, eu já fazia isso no meu Lava-Jato, mesmo que informalmente. Mas o grupo Chega Junto, no começo teve um pouco de dificuldade.”  explica Juan Luiz, de 16 anos, sobre a dificuldade inicial do grupo com processos financeiros formais, experiência nova para todos os  integrantes. Juan, responsável em ministrar as oficinas de higienização de automóveis, umas das frentes do projeto com suas oficinas de capacitação de jovens.

 

Que tal reunir tudo?

Com todos esses aprendizados que se originaram na prática, o chega junto decidiu formular uma metodologia para eles. Nessa organizção levar esses conhecimentos para outros jovens é fundamental. Foram dois finais de semanas de muita atividade no Sítio Esperança, em Santa Veridiana, com oficinas de Estética Afro, Bijouteria, Higienização de Automóveis, Inglês e Barbearia.

Enquanto Letícia Silva, de 18 anos,  estava à frente da produção das oficinas, ligando para os alunos e checando o cronograma do dia, os outros integrantes também estavam atentos aos seus espaços de oficinas. Tudo simultâneo, atividades e novos aprendizados. Letícia, assim como o grupo, desenvolveu novas habilidades com a contribuição da produtora Sinara Rubia e Gabriela Montoni, universitária que os acompanhou. No final, tudo deu certo, e ainda teve direito a bolo, strogonoffe e cachorro quente. “Super valeu a pena! No início estava meio nervoso. Quando começou pensei que as pessoas estavam entediadas na minha aula de inglês, mas depois a galera se empolgou. Teve gente que esqueceu a apostila, mas ainda voltou para buscar! Muita gente querendo levantar para falar. Fiquei surpreso com a felicidade dos participantes da estética afro.”

A experiência anterior dos jovens também esteve presente no segundo projeto do núcleo, o Hippaz. Além dos aprendizados adquiridos – necessários para seguir com a realização das ideias – Santa Veridiana também trouxe muita bagagem de experiências. Gabrielle Alves desenvolveu croquis das peças de roupa hippaz,com as técnicas que trouxe de curso de Tècnico em Produção de Moda; Millena Climaco já agregou com suas habilidades de corte e costura e Bárbara Gomes com seus conhecimentos de tecidos e costura, frutos de muita observação do trabalho de sua mãe, que é costureira. Avatares que se revelaram dentro da prática do fazer, como na compra de tecidos, produção das roupas e organização da inauguração no Sítio Margareth, com a venda e exposição de suas roupas. “A sensação de ver o público chegando é muito boa. O fato de já ver as peças me deixa feliz. A confecção das peças foi o pré- nascimento da inauguração.O final vai ser quando a gente entregar a primeira para o primeiro cliente. Então vamos ver que todo esse trabalho valeu a pena.” explicou Bárbara Gomes, de 16 anos, integrante do Hippaz.

A experiência anterior dos jovens também esteve presente no segundo projeto do núcleo, o Hippaz. Além dos aprendizados adquiridos – necessários para seguir com a realização das ideias – Santa Veridiana também trouxe muita bagagem de experiências. Gabrielle Alves desenvolveu croquis das peças de roupa hippaz,com as técnicas que trouxe de curso de Tècnico em Produção de Moda; Millena Climaco já agregou com suas habilidades de corte e costura e Bárbara Gomes com seus conhecimentos de tecidos e costura, frutos de muita observação do trabalho de sua mãe, que é costureira. Avatares que se revelaram dentro da prática do fazer, como na compra de tecidos, produção das roupas e organização da inauguração no Sítio Margareth, com a venda e exposição de suas roupas. “A sensação de ver o público chegando é muito boa. O fato de já ver as peças me deixa feliz. A confecção das peças foi o pré- nascimento da inauguração.O final vai ser quando a gente entregar a primeira para o primeiro cliente. Então vamos ver que todo esse trabalho valeu a pena.” explicou Bárbara Gomes, de 16 anos, integrante do Hippaz.

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