O FIO DA PERIFERIA

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O FIO DA PERIFERIA

A cultura e o ativismo de periferia diante da pandemia do coronavírus

AGÊNCIA DE REDES PARA JUVENTUDE realiza série de webinários com artistas e ativistas de periferias. Em formato de entrevista, o material ficará abrigado no site do Instituto Moreira Salles. Taísa Machado, Sergio Vaz, Rene Silva e Raul Santiago serão entrevistados por Marcus Faustini nos dias 9 e 11 de junho. Inscrições gratuitas a partir do dia 30 de maio.

Duas décadas depois de a cultura de periferia marcar seu lugar na história do Brasil, a pandemia do coronavírus aprofunda marcas de desigualdades nessas regiões e ceifa vidas. É um ambiente de violações e vulnerabilidades que persistem, e tendem a se aprofundar. Mas iniciativas lideradas por agentes culturais e sociais das periferias diante da pandemia se tornam referência nacional. É preciso registrar e compartilhar esse fenômeno, que mais uma vez coloca a periferia no centro dos acontecimentos da vida brasileira. Dialogando com o mito grego de Ariadne, que fez um novelo de lã usado como um fio por Teseu para que ele não ficasse perdido no labirinto do Minotauro, quais são os fios que a cultura de periferia está tecendo para encarar a pandemia do coronavírus? O que artistas, ativistas e comunicadores de periferias urbanas estão criando e quais suas formas de ação que podem ser guias para a sociedade brasileira?

O FIO DA PERIFERIA é uma série de seis webinários com artistas, ativistas e comunicadores de periferias.  Realizada pela Agência de Redes para Juventude, a série ficará abrigada no site do Instituto Moreira Salles. “Além do registro no calor dos acontecimentos, desejamos mostrar a força do pensamento de quem se engajou em ações diretas e de quem ocupou o espaço digital como modo de expressão nesse período”, diz Marcus Faustini, criador da Agência e curador do evento. Serão seis encontros online ao vivo, com duplas de convidados entrevistados, em que o público (previamente inscrito) poderá interagir na fase final. As duas primeiras duplas são nomes de referência do eixo Rio-São Paulo. No dia 9 de junho, Taísa Machado do Afrofunk/RJ e Sergio Vaz da Cooperifa/SP são convidados a refletirem sobre suas ações digitais. Já no dia 11 de junho, Rene Silva e Raul Santiago, ativistas do Complexo do Alemão, refletem sobre o desafio de atuar num contexto de violações de direitos. Juntos, Juliana França, mestra em filosofia e atriz do Grupo Código de Teatro, e o jornalista Eduardo Carvalho serão os comentaristas dos primeiros encontros.  As duplas das semanas seguintes e comentadores convidados (sempre às terças e quintas) serão anunciados no dia do primeiro encontro. O Fio da Periferia é uma ação criada pela Agência de Redes para Juventude a partir do convite do IMS Convida – um programa do IMS de incentivo à criação artística durante a pandemia. O Escuta Festival, realizado no ano de 2019, que ocupou o IMS carioca, foi a parceria anterior das duas instituições.

 

Informações: ofiodaperiferia@gmail.com

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