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Quer dizer Hip Hop, House, Break, e Krump

Workshop de House com o professor Josh Antônio

Dançar sozinho não tem graça. Talvez por isso, Ronaldo Marinho, 17 anos, craque de Hip hop, tenha tido a ideia de formar uma companhia de dança. Contemplado com os R$ 10 mil da Agência, seu projeto vai oferecer um mês de workshops em quatro modalidades de dança. No final de dezembro acontece uma seleção de doze bailarinos. E até o final de janeiro, nasce uma nova companhia!

Ronaldo começou a valorizar seu interesse pela dança depois de ganhar uma bolsa do Liceo Escola de Dança, em Botafogo. Depois soube da Agência por uma tia, que lhe entregou um panfleto. Inicialmente o projeto contava com mais uma bolsista, mas Ronaldo teve que tocá-lo sozinho, depois que ela saiu para trabalhar.

Alongando com Bárbara Lima, para dançar Hip Hop

No dia 26, depois de muitos parabéns (o coordenador da Agência, Marcus Faustini, fazia 40 anos) e agradecimentos, e um breve café da manhã, dois professores contratados ministraram os workshops inaugurais para um número aproximado de 40 participantes. Os ativadores da Agência Josy Manhães e Pedro Ferraz Gama, que ajudaram o Ronaldo a montar seu projeto, estavam em evidência, documentando o dia histórico e conectando fios soltos. Os participantes ganharam lindas camisetas.

Só falta um boné!

Na banca, diz o Ronaldo, “foi tenso”. Mas ele calcula ter ganho as mentes e corações dos jurados por cobrar alimentos não-perecíveis aos participantes dos workshops, em vez de matrícula. E eles trouxeram o combinado.

A mãe do novo empreendedor, Eliane, e o pai, Anísio, estavam felicíssimos. Gari da COMLURB, Anísio lembrou que na juventude dele não existiam oportunidades como essa. “Ele nem para mais em casa, está totalmente ocupado, indo à SEBRAE, e à Escola Livre da Palavra, na Lapa,” ele comentou.

Família orgulhosa

No Solar Meninos de Luz, no Pavão-Pavãozinho — onde os workshops acontecem — Ronaldo corria para cima e para baixo. Por ter estudado no Solar, ele conhece bem o conjunto de casas e construções, conectadas por um labirinto de escadas e passagens. O dia era abafado, e ele transpirava muito.

“Persistência foi o que eu mais aprendi na Agência,” disse Ronaldo.

Ronaldo Marinho

 

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