Abecedário no Borel!

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E acontece mais um estúdio de criação no Borel. Para descontrair, dez minutos para os jovens tagarelarem à vontade. Mediadoras e universitárias também entram no papo. Logo depois os jovens começaram a construir, a partir de objetos encontrados no local, um abecedário. Este é mais um dispositivo da metodologia da Agência de Redes Para Juventude para dar forma às ideias dos jovens.

A mediadora Luciana Chernicharo apresenta aos jovens bolsistas do Borel  alguns tipos de abecedários já realizados e bem conhecido por eles. Abecedários d’Os Havianos, da Gaiola das Cabeçudas e um realizado no ciclo passado da Agência.

Mediadora Luciana Chernicharo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fazendo o abecedário

Os jovens realizaram um abecedário de acordo com  a sua ideia de projeto, escolheram 5 letras para uma mini apresentação e uma forma criativa  para apresentá-lo. A apresentação foi bem divertida, tivemos desde buzina de Kombi à velhinha, os jovens perderam a timidez e soltaram a criatividade.

Os jovens do Borel perdendo a timidez.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Visita Inesperada 

À tarde os jovens do Borel foram surpreendidos pela visita ilustre do veterano Felipe Oliveira, do projeto A Arte Imita a Vida, desenvolvido na Agência de Redes Para Juventude do Borel em 2011, no primeiro Ciclo de Estímulos.  Rolou um bate papo bem legal que de um gás nos bolsistas.

Felipe Oliveira, do projeto A Arte Imita a vida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Direito à Cidade

Para debater direito à cidade, começamos a partir da leitura de trechos dos livros “Guia Afetivo da Periferia” e “O que é a favela afinal?”. Depois foram exibidos alguns vídeos sobre produzidos na Agência em 2011 e o vídeo “Lisboa, o direito à cidade.” A Ana Paula foi a sortuda que levou o exemplar do “Guia Afetivo da Periferia” sorteado pelas mediadoras.

Depois das leituras, os jovens exercitaram seu poder narrativo. Cada agenciado teve a oportunidade de narrar um pouco da sua história familiar.

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